segunda-feira, 6 de outubro de 2014

OPINIÃO | Tríptico - Karin Slaughter



Título Original: Triptych (Will Trent #1)
Ano de Publicação: 2013
Editora: Topseller


Sinopse: Três pessoas com segredos perturbadores.Um assassino sem nada a perder.
Quando Michael Ormewood, detetive da Polícia de Atlanta, é chamado à cena de um homicídio num bairro social, depara-se com uma das mortes mais brutais de toda a sua carreira: o corpo de Aleesha Monroe jaz nas escadas de um prédio, numa poça formada pelo seu próprio sangue e horrivelmente mutilado.
Enquanto incidente isolado, este já seria um crime chocante. Mas quando se torna evidente que é apenas o mais recente de uma série de ataques violentos, o Georgia Bureau of Investigation é chamado a intervir — e Michael vê-se obrigado a trabalhar com o agente especial Will Trent, com quem antipatiza de imediato.
Vinte e quatro horas mais tarde, a violência a que Michael assiste todos os dias explode nas traseiras da sua própria casa. Percebe-se, então, que talvez o mistério da morte de Aleesha Monroe esteja indissoluvelmente ligado a um passado que se recusa a ficar esquecido…


Opinião: Este é o primeiro livro da saga Will Trent. Tríptico (o quadro composto por três pinturas) constitui uma metáfora da história: um enredo dividido em três partes, sob o ponto de vista de três personagens que acabam por dar origem a uma história conjunta e com um desfecho pouco evidente. As três personagens que referi são Michael Ormewood, um polícia ex-militar, casado e com um filho deficiente que comanda a investigação de um homicídio num bairro social, Will Trent, um agente da Georgia Bureau of Investigation, disléxico e com uma infância altamente perturbadora e Angie Polaski, uma polícia com um passado bastante problemático e também a melhor amiga de Will com quem tem um relacionamento um tanto estranho e intrigante.
Dá-se desta forma o início de uma investigação em que tudo indica que o enredo irá seguir um rumo igual a tantos outros não fosse sermos apresentados a uma nova personagem: Jonathan Shelley, um homem recém-libertado da prisão após cumprir uma pena de vinte anos por ter morto uma adolescente.
O ambiente é obscuro e bastante imprevisível o que me levou (uma vez mais) a uma leitura compulsiva.

Cotação: 4/5

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